Sejamos mais Brendan, por favor

Brendan JordanNa minha coluna do último fim de semana escrevi sobre Brendan Jordan. Para quem não sabe, ele é este menino de 15 anos, que ficou famoso quando apareceu dançando na televisão americana no fundo de uma reportagem. Seu jeito autêntico, quase uma diva, super inspirado em Lady Gaga e sua atitude autoconfiante, atraiu as atenções do mundo todo. Seu sucesso é tamanho, que ele já estampa uma coleção da American Apparel e está dando entrevistas em vários programas.

Mas, não estou aqui pra escrever a biografia dele, que é facilmente encontrada por ai. Quero falar de atitude. Brendan não teve medo do ridículo. Dançou todo animado e não ligou para os olhares “tortos” ao seu redor. Uma verdadeira diva.

O que me fez chegar ao assunto deste post foi que sábado, durante a festa da empresa em que trabalho, tive meu momento Brendan. Larguei de mão a postura que uma festa deste tipo pede e dancei I Will Survive no meio do dancefloor, com vários colegas em volta, fazendo uma roda e aplaudindo. Talvez se algum especialista em etiqueta e comportamento visse aquilo, diria que foi errado. Afinal, depois da festa, e mesmo nela, todos são colegas de trabalho.

Percebo que cada vez mais as pessoas perdem a espontaneidade. Se prendem a padrões sociais ditados por quem não se preocupa com a real felicidade. A imagem que os outros têm de nós importa? Para muitos a resposta é positiva. Para alguns não. Sou da opinião que quanto mais se preocupa com o que os outros pensam, menos a pessoa consegue ser feliz, se soltar.

A espontaneidade é essencial para fazermos aquelas coisas que consideramos loucas, mas que em pouco tempo nos arrependeríamos se não fizéssemos. Claro que pensar um pouco antes é importante. Mas pensar demais pode matar boas ideias. As pessoas mais criativas que eu conheço, e que por consequência têm as melhores ideias, não ficam quebrando a cabeça em reuniões intermináveis ou matutando a noite toda sobre o que farão.

Apenas agem. E dar esse primeiro passo é essencial para seguirmos e conquistarmos. Sem ele, não se sai do lugar. É pra pensar.

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