10 x da moda em 2014

10 x da moda em 2014Tag nova no blog. A partir de hoje criarei listas com 10 elementos aleatórios, assuntos que chamaram minha atenção, tendências que curto ou não. Enfim, é o 10 X (10 vezes). E pra começar, uma lista da moda em 2014. Tendências que marcaram (positivamente ou negativamente), aplicativos que se destacaram, o que vai continuar em alta, enfim, vários tópicos que puxei da memória do decorrer do ano.

Lista da moda 2014 2Tendência para lembrar: depois de muitas tentativas da moda, o quimono finalmente pegou. Muitas marcas apostaram na veste japonesa com uma pegada ocidental, combinado com jeans, camiseta, shortinhos. Foi a peça preferida de muitas blogueiras famosas, o que ajudou a popularizar.

Tendência para esquecer: eu amo camisetas de banda. Mas este ano passou dos limites. Lá no comecinho da temporada de verão, com o auge em janeiro/fevereiro, até quem sequer conhecia Ramones, Nirvana ou qualquer banda de rock clássico usava estas camisetas. Que continuem sendo usadas, mas por pessoas que curtam de verdade o estilo musical.

Todos usaram: pode-se dizer que este foi o ano dos tênis. Eles bombaram. Chegaram junto com a tendência esportiva há alguns anos e viraram febre em 2014. A New Era foi a que mais saiu ganhando. Virou objeto de desejo de muitos. E pra fechar a temporada, os modelos brancos foram os eleitos. É conforto e estilo, principalmente se combinados com vestidos e saias para elas e calças mais curtas ou bermudas para eles.

Belezura: mais uma vez, todas querem ser Gisele. A Über model tem, por natureza, um dos cabelos mais copiados do mundo. E este ano o bagunçado ondulado esteve mais em alta do que nunca, principalmente dentro do estilo normcore, que preza pelo visual despretensioso.

Valeu a pena ver: Costanza Pascolato e Marilu Beer criaram um sofá chat show para a internet. Davam sua opinião sobre diversos assuntos, de moda a comportamento. A consultora de estilo e a artista plástica são amigas de longa data e mostraram uma sinergia gostosa de se ver. Fizeram tanto sucesso na web que foram parar na TV, no canal Discovery Home & Health.

Lista da moda 2014 1Aplicativos: estes são divididos em duas categorias.
Up: desenho de moda não é algo fácil. O aplicativo Prêt-à-Template foi criado pra facilitar a vida de quem precisa criar uma roupa. São dados sketches prontos, onde a pessoa só desenha em cima da boneca pronta. Permite fazer muita coisa, desde estampar as roupas até criar peças para pets, plus sizes e acessórios. Disponível apenas para Ipad.
Down: chega do Perfect 365. Primeiro que acredito ser desnecessário ficar cobrindo qualquer imperfeição na pele (vamos nos assumir, pessoas), depois que tem gente pesando tanto a mão na aplicação dos filtros que parece boneco de cera. E não falo de meros mortais. Tem famoso forçando a barra com o app. Pra deletar já.

Continua: a saia midi, depois de algumas tentativas das grifes, pegou. O modelo, que bate na metade das canelas, não se popularizou, mas foi o queridinho de muita gente que estava cansada das saias e dos vestidos super curtos. É aposta certa para o outono/inverno, vide a popularidade no Hemisfério Norte.

Nome da vez: há muito a moda brasileira não gerava nenhum nome capaz de ofuscar os mais famosos, como Alexandre Herchcovitch, Reinaldo Lourenço e Gloria Coelho. Foi então que Vitorino Campos chegou aos poucos. Desfilando no São Paulo Fashion Week desde 2012, foi sendo reconhecido e teve seu ápice este ano, quando foi contratado como diretor criativo da Animale, que busca uma expansão mundial.

Saturou: os óculos em acetato preto e metal da Prada. Já deu o que tinha que dar. Todas as blogueiras ganharam o seu e todo mundo entrou na onda e comprou. Tanto que a gente não aguenta mais ver. A Dior tem um modelo semelhante bem menos batido e mais diferente. É um bom substituto.

Já chega: de tanto Made in China. Nada contra a moda de lá, bem pelo contrário, acredito que os designers chineses sejam muito criativos. Mas a produção injusta, em larga escala, muitas vezes com trabalho escravo, gerando preços mais baixos, não é bacana. Mas acima de tudo, chega de gente do Brasil endeusando estes produtos. É hora de acordarmos e vermos que é a nossa indústria que está sendo enfraquecida. E ponto final.

Gisele e o verão 2015 da Chanel

Gisele para Chanel 10Tem coisas que só ela pode. Dentro da Chanel existe uma regra de não usar o mesmo rosto para a campanha do perfume Nº5 e das roupas. Mas desta vez, Karl Lagerfeld subverteu a ordem e usou Gisele Bündchen no fashion film e no shooting da fragrância, no desfile de verão 2015 e nas fotos da coleção, lançadas ontem para a imprensa.

Gisele aparece mais uma vez com seu estilo tradicional. Cabelo bagunçado, maquiagem natural, daquele jeito que nos faz acreditar que ela acordou assim. Mas a campanha ganha atenção por alguns detalhes. Primeiro, porque foi fotografada em alguns dos pontos mais conhecidos de Paris, como a ponte dos cadeados e o Café de Flore. Depois, porque em todas as fotos, noturnas aliás, ela aparece sem sapatos.

Gisele para Chanel 1Faz sentido. Depois de uma coleção de inverno feita dentro do suntuoso supermercado montado pela grife dentro do Gran Palais, Karl levou à passarela um protesto por direitos civis. Nada mais street e atual do que uma multidão gritando por direitos. A impressão que a campanha passa é a de que Gisele é uma homeless chique. A primeira foto deste post reflete exatamente isto, principalmente por estar carregando uma “carga” pendurada no ombro.

Falando em roupas, o que se destaca são as modelagens amplas de casacos e calças. A gola super grande de camisas e os ombros volumosos são outros detalhes importantes a serem citados. O tweed, material clássico da marca, aparece em propostas desde conjuntos até shorts, e seguindo um pouco na vibe normcore, uma jaqueta aparece amarrada na cintura da über model, acompanhada de um vestido estilo chemise. Uma coleção que fica entre o clássico, o fashion e o esportivo, mostrando que a Chanel tem roupas para todos os gostos, atendendo a todos os mercados. Num mundo da moda cada vez mais globalizado, isto é essencial.

Mais fotos na galeria:

Vídeo: o consumo de moda

ConsumoNeste segundo vídeo falo um pouco sobre nossa relação com o consumo. Será que nós pensamos antes de comprar algo? Devemos começar analisando nosso guarda-roupas e concluir buscando a origem na roupa. Sabe por que a China vende tão barato? E o que faz a roupa produzida no Brasil ser tão mais cara? Confira no vídeo.

Birkenstock, a sandália da vez

Birken 1Posso dizer que estou em um relacionamento enrolado com esta sandália. A birkenstock, ou apenas birken, é uma das apostas das marcas para a temporada. Tem desde as mais conceituadas no país, como Schutz e Arezzo, até as mais populares, como Zara e Renner, produzindo modelos iguais ao criado por Konrad Birkenstock, em 1902, na Alemanha.

Suas características que fizeram dela um sucesso de venda logo de cara, são uma palmilha curvilínea, à semelhança das próprias curvas do pé, numa sola de cortiça, com largas tiras de couro que passam pela parte de cima do pé. Conforto é a palavra de ordem neste modelo.

Birken 2A birken fez muito sucesso no fim dos anos 60 e começo dos 70, acompanhando o movimento hippie, principalmente por seu visual despretensioso. Na verdade, quando o modelo chegou aos Estados Unidos, ganhou fama mundial e se popularizou. Porém, logo depois dessa febre, caiu um pouco em desuso e se tornou sinônimo de look de “vô” e cafonice. Ameaçou voltar na década de 90, mas nada tão expressivo. Até ganhou outras versões (quem lembra da Raider?), mas ficou por lá mesmo.

Em pleno ano de 2014, quando a moda parecia não ter mais nada para trazer à tona, surge o estilo normcore, marcado pelo visual “I don’t care”, e não demorou para a papete voltar com tudo na Europa e todo Hemisfério Norte, refletindo por aqui. É usada no verão com jeans arregaçados, num look cool, e no inverno, ou meia estação, com meias, mantendo os pés aquecidos.

Birken 3A marca até ameaçou abrir uma loja em São Paulo no começo deste semestre, mas pelo jeito ficou só na ideia. Durante muito tempo, a Birkenstock prezou por não ampliar muito suas fronteiras. O produto é todo fabricado na Alemanha e, no máximo, ganha assinaturas famosas, como da modelo e apresentadora Heidi Klum. Poderíamos dizer que é a Havaianas da Alemanha, né?

Disse que vivo um relacionamento enrolado com a birken porque morro vontade de comprar uma, mas não sei se vai combinar com o meu estilo. Todos elogiam muito o conforto e dizem que se eu provar uma, não tiro mais dos pés. No entanto, como na minha cidade nenhuma loja apostou no modelo para os homens, teria que comprar pela internet e torcer para gostar.

Será que a birken vai pro meu trono ou não vai?

Ter menos, ser mais

MinimalismoCerto dia uma amiga muito próxima contou que mudaria de vida. Deixou um emprego onde ganhava bem e era reconhecida por sua competência para morar no interior, trabalhar com o que realmente acredita, plantando praticamente tudo o que come e viver com menos, bem menos. Naquele momento a ideia me causou estranhamento. Como alguém poderia abdicar de uma carreira e se isolar no interior por decisão própria? Não demorou e minha ficha caiu.

Não era o salário ou a carreira bem sucedida que moviam ela. Mas sim sua felicidade. Acordar e ver a natureza, colocar a primeira roupa que encontra no armário sem se preocupar com o que os outros pensarão de seu look do dia, cuidar de sua horta e fazer sua Yoga são o necessário a seu ver. Ao pararmos para refletir sobre nossos sonhos, geralmente vamos direto ao ponto material: uma bela casa, um carro do ano, um salário gordo, os chefes aos seus pés, ou você como chefe de alguém, viagens luxuosas. Mas eu lhes peço: e daí?

Como disse há uns posts atrás, vivemos numa cultura onde ser workaholic é bonito. Só nos sentimos satisfeitos ao conquistar o material. E muitas vezes não percebemos que a felicidade pode estar em elementos muito mais simples do que imaginamos. É errado querer grana, casa, carro? Não, é apenas uma escolha. Uma escolha sofrida, convenhamos.

Não sei dirigir, nem pretendo aprender. Jamais deixaria de fazer uma viagem (onde ando a pé em boa parte dela), para comprar um carro. Aos poucos me desapego de outros conceitos materialista e começo a me preocupar com o que realmente importa. 2015 será o ano onde trabalharei nisso, de criar consciência de que o material fica aqui quando morremos. Meu ideal será olhar mais para dentro e encontrar a resposta que substitui a roupa que compro no dia de baixo astral, ou os óculos que me dou por ter trabalhado algumas horas extras.

Será que a recompensa de um trabalho árduo não é eu ter um tempo administrado para eu mesmo? Ou então, passar um fim de semana inteiro em casa, assistindo um filme que amo, ao lado da minha família? Quem sabe trabalhar mais arduamente ainda, para me presentear com uma viagem que sonho há tempos? Fato é que, no mundo moderno, temos cada vez menos tempo de dedicarmos este tempo para analisarmos a nós mesmos. Devemos ser o foco de nossa vida e ponto final.

Não tem chefe, salário ou emprego mais importante do que um sorriso no rosto. Com a teconlogia, é comum levarmos trabalho para casa. Fazemos isso com naturalidade. Responder um e-mail profissional que “só vai ocupar um minutinho”, é a mesma coisa que estar no escritório trabalhando e quebrando a cabeça buscando soluções.

Alguns defendem o detox da tecnologia. Deixar o smartphone, essa maquininha que controla nossos dias, por alguns dias de lado é uma das bandeiras levantadas. Não tão radical, um pessoal defende que façamos essa desintoxicação no dia a dia. Jantar sem olhar o celular, assistir um filme inteiro sem conferir o Whatsapp, deixar para responder depois do banho aquela mensagem nem tão importante no Facebook.

Até mesmo aplicativos são inventados para auxiliar nesta missão. O Menthal, por exemplo, calcula o tempo total de uso do smartphone durante o dia. Ele dá o resultado apontando onde a pessoa gastou mais seu tempo e cabe a ela ponderar se o tempo está sendo bem gasto ou não e rever (ou não ) a maneira de administrá-lo.

Outro (desse eu faço uso), é o Headspace. O app dá lições curtas de Yoga para fazer durante o dia. São sessões de até 10 minutos, que a pessoa aplica a hora que quiser. A ideia é ter uma evolução. Por isso, ele diz quanto tempo foi dedicado por dia e aos poucos avançando de nível. A ideia é ótima, pois ele ensina desde como lidar com problemas rotineiros com mais tranquilidade até dá aulas para aprender a analisar situações calmamente.

Afinal, com tanta gente tomando o mesmo rumo da minha amiga e optando por uma vida mais minimalista, não é possível que não comecemos a achar que ter menos e ser mais é o caminho para o futuro.

Presentes: não serviu ou não gostei, e agora? #Repost

Presentes trocaEsse é um repost do meu antigo blog, o It. É mais um serviço, que acho ser muito útil nesta época do ano. Afinal, é super normal ganharmos aquele presente que não serviu, ou que não gostamos. Em primeiro lugar, acho interessante dar a dica sobre como agira quando a lembrança não nos agradou. É super deselegante dizer que não gostou, portanto, o ideal é ficar quieto na hora. No caso de uma roupa, pode-se entrar em contato com quem te deu um dia depois, dizendo que não ficou bem no seu corpo, ou muito justo, ou muito largo. Se for um objeto para casa ou algo do tipo, não se tem muito jeito. Ou guarda, ou passa pelo apuro de pedir onde pode trocar, porque já tem algo muito parecido em casa. Quem presenteia, se não tiver muita intimidade e plena certeza de que vai arrasar, a sugestão é sempre dizer onde comprou e avisar que pode-se trocar.

Agora, vamos para uma das partes mais complicadas, a troca na loja. As lojas não são obrigadas a trocar mercadoria sem defeito. Portanto, se a roupa não serviu, ou você não gostou do modelo, da cor. estampa, vai depender da política do estabelecimento para que a troca ocorra ou não.
Embora não seja dever, a maioria das lojas efetua a troca. Geralmente o prazo dado para esses casos é de 30 dias (mas varia de estabelecimento para estabelecimento), enquanto os produtos defeituosos, têm o prazo de 90 dias.

A troca se tornou uma estratégia de vendas para a loja, que sabe que um cliente que vai efetuar uma troca, pode acabar levando outro produto mais caro, que lhe agrade mais.

As trocas aos sábados – no caso de produtos sem defeito – é polêmica. Muitas lojas não as efetuam nesse dia. Segundo o Procon a loja tem esse direito, já que o estabelecimento a faz por livre vontade. Já as mercadorias com defeito podem ser trocados aos sábados, segundo o Código de Defesa do Consumidor.

Quem fez as compras pela internet, tem um direito extra. O comprador pode desistir da compra em até uma semana após o recebimento do produto. É o chamado direito de arrependimento. Isso existe pois, como o consumidor fez a compra fora do estabelecimento, não viu o produto pessoalmente e, portanto, tem o direito de troca, caso ele não atenda as expectativas.

Três opções do Netflix para o feriado

Este fim de ano está sendo atípico pra mim. O que menos me falta é tempo, pois estou de férias há duas semanas e assim vou permanecer até o dia 20 de janeiro. Como estou sem grana pra viajar, minha principal atividade nos últimos dias tem sido assistir o que deixei por meses mofando na minha fila do Netflix e conferindo as novidades que foram acrescentadas há pouco tempo.

Hoje, num daqueles dias de preguiça, que a gente só quer ficar jogado no sofá sem fazer nada, depois de ter comido o peru pela pata na noite anterior, é um bom dia pra fazer o mesmo. Por isso estou aqui, sentado em frente a uma bandeja de frutas e uma cesta de chocolates, decidindo qual dos dois vou devorar, vou compartilhar algumas das minhas predileções na rede de filmes, séries e realitys. Separei um de cada. Vamos lá.

Filme: O Labirinto do Fauno

O Labirinto do FaunoNão foi a primeira vez que assisti o filme dirigido por Guillermo Del Toro. Logo que foi lançado eu vi, mas como era muito jovem, não assimilei muito bem seu significado, principalmente a história que envolve mais política. Depois que um amigo me disse que estava disponível no Netflix, resolvi rever.

O filme é excelente. Envolve o espectador do começo ao fim e, na minha opinião, dá de 10 a zero em filmes como Nárnia e afins, que têm mais ou menos a mesma pegada. Por ter uma criança no elenco, se pensa logo em uma história que não vai interessar aos adultos, mas muito pelo contrário. A estética dark usada por Del Toro permite ter até mesmo alguns momentos de medo em determinadas cenas e o mote político chega a apavorar em muitos instantes.

Série: Elementary

ElementaryDesde o lançamento tive curiosidade de assistir Elementary. Conheço a Lucy Liu de trabalhos anteriores, como Kill Bill. Mas foi nessa série que caí de amores por ela. Primeiro porque em muitos momentos ela rouba o estrelato de Jonny Lee Miller. Em segundo, porque ela pegou uma personagem complexa, já conhecida do público como homem, e precisou dar a ela personalidade e conseguiu isso de uma maneira que envolve o público sem ser muito doce. E por fim, acho os figurinos dela simplesmente incríveis. Nesse momento em que tanto se fala em normcore, é isso que os looks dela transmitem. Roupas largas, em tons neutros, absolutamente demais.

Agora, falemos de Sherlock. Nunca me interessei muito pelo personagem criado por Sir Arthur Conan Doyle, tanto que uma vez comecei a ler um livro e deixei de lado, e nunca me interessei por assistir a um filme contando sua história. Mas quando comecei a assistir Elementary, gostei até do sotaque britânico (que tenho uma certa implicância). O Holmes da série é um cara detalhista, que desvenda crimes por suposições e vai ligando fatos a coisas que ninguém percebe. É extremamente irônico, o que ao aproxima do Dr. House. Vale muito a pena assistir.

Série: America’s Next Top Model – British Invasion (Ciclo 18)

America's next top model british invasionEscrevo esse post assistindo um episódio dessa temporada que é uma das mais non sense do America’s Next Top Model. Na verdade, pra mim, a competição criada pela Tyra Banks para promover novas modelos perdeu a essência há tempos. É cada vez mais um jogo de egos, onde quem mais quer aparecer é a apresentadora. Mas em meio a tudo isso, o ciclo 18 é um dos que mais mostram entretenimento. É uma competição entre meninas americanas e britânicas.

Prova de que a competição perdeu a moral, é que as meninas com mais perfil de modelo são eliminadas já nos primeiros episódios. Azmarie (a andrógina de cabelo raspado da foto), é a menina com maior perfil de top de todas. Mas foi eliminada porque não se saiu bem em um clipe musical cantando (oi? Mas não era pra ser modelo?). Enfim, America’s Next Top Model é aqueles programas chiclete que tu acaba vendo mesmo que involuntariamente e se divertindo. Mas não dá pra levar a sério, afinal, que produção de moda vai usar bichos da seda pra contracenar com as modelos? Nem a Vogue Itália, meu bem!